Bico no bico dos teus lábios, no bico de teus seios. No bico dos picos resplandecidos perdidos, aos meios pendidos, aos avessos invertidos, pervertidos. Causo descalço aos pedaços, em percalços incautos, que perfeitos os teus peitos preencham minhas mãos. Sinto e pressinto do acaso o sentido, que insiste, persiste, existe e de mim despiste. Parto e acato o rumo ao acaso, e sigo o que cinge, o caminho e a inversão.
Nada mais há, a não ser, o que há.