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Mostrando postagens de setembro, 2013
Quero ser livre! Por favor deixem-me ser livre!!! Sim, mas,você É livre! Então porque não me SINTO livre? Por que isso, é tarefa SUA!
É chegada a hora! É chegada a hora do banho de chuva, do banho de mar, do banho de sol, do banho da vida, de lavar a alma deixá-la alva respirar com calma deixar passar. Viver é efêmero. É um sopro morno e úmido  sobre o véu infinito do tempo.
Siga a direção oeste! Onde está minha bússola? Para que lado afinal fica o lado oeste? Como pude nunca me questionar sobre isso  ou dar-me conta da importância disso até esse momento? Como cheguei até aqui? E, afinal de contas, que porra de lugar é esse? Acabei de descobrir que não sei onde estou. (silêncio) E agora? Qualquer lado que seguir, continuará sendo, qualquer lado, ou um lado qualquer. E, fará afinal diferença, nessa encruzilhada tão arriscada da vida questionar? Paraliso-me. Preciso mesmo responder a essa questão? (silêncio) Desisto de tentar, sem bússola não dá. Vou deixar pra lá e seguir  o oeste que há.
Tive um sonho. Um sonho, no qual sonhava acordada. Um sonho doce, cor de rosa,  cor de pêssego, cor de amora,  cor de amor. Tive um sonho. E nele, eu sonhava. Estava nua e andava pelas ruas. Mas nesse sonho, ninguém me via. Estavam todos muito ocupados preocupados que estavam  com seus compromissos e ações. Nesse sonho passei despercebida. Encaixotei então minhas saudações, e desamarrei minha despedida. Parti para o sonho dentro de outro sonho. Um sonho sem sono. Um sonho moreno, meio castanho. Um sonho cor de céu, um sonho cor de mar. Vesti-me pois de minha própria pele e mergulhei em águas alheias águas aventureiras. E quando dei por mim já estava inteira emaranhada estampada, encarnada na vida, em suas teias doces e iluminadas. Sonhei que morri. Vivi!