Alice caminha pelas ruas prestando atenção aos rostos e feições das pessoas com que cruza. Olhares pensativos, rostos enrugados, esboço de sorrisos, pressa ao caminhar, distração, dor... É possível ler quase tudo o que se passa com o outro apenas observando as marcas ungidas em seus corpos. O jeito de andar, o olho e o olhar, o gesto e todo o resto, que em partes mostra o todo e o todo que em partes se refaz.
Nada mais há, a não ser, o que há.
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