Às coisas que não se explicam, simples explicações se bastam: - Sim. - Não. - É. - Não é. - Pois é... Monossilábicas, desconexas, todas essas partes, partem peças e, de pedaço em pedaço me despeço, disperso, sem pedidos, nada peço. Tão certo quanto o dia que a noite precede. Tão perto quanto o ar que respiro. Tão curto quanto o fôlego náufrago. Tão puro e tão denso quanto um broto de vida. Assim, sim... Há coisas que simplesmente se aplicam, não se explicam.
Nada mais há, a não ser, o que há.