Lanço-me ao mar para que suas ondas enfim quebrem minhas amarras, desfaçam meus nós e me permitam movimentar meus braços e pernas para sobreviver ao naufrágio da vida. Cansei do fundo, cansei da escuridão, cansei da solidão. Quero o mar, quero a onda, quero a areia e o ar. Quero viver e aprender, um pouco mais dessa coisa estranha que é amar.
Nada mais há, a não ser, o que há.