Há um tempo em que é preciso: é preciso abandonar o ponteiro, é preciso alongar os segundos e perpetuar as horas. Há um tempo em que é preciso: é preciso abraçar o ponteiro, é preciso beijar os segundos para emudecer as horas. Há um tempo em que é preciso precisar: o tempo preciso do preciso precisar, e precisar o tempo de quem precisa de um pouco mais de beijo, de um pouco mais de jeito, de um pouco mais de amor. Porque só isso enfim, há de ser preciso com o tempo, precisar.
Nada mais há, a não ser, o que há.