"Momento, momento, momento. Por que insistes em passar correndo? Sinceramente? Não compreendo teu tempo. E de passo em passo, passo do riso ao lamento. Só teu vulto avistei nesse lugar. Sigo, pois só seguir sei, a caminhar. Procuro, mas agora entendo é vão esse vagar. Tento, pretendo, intento, por agora, por ora, por aqui mesmo ficar."
Nada mais há, a não ser, o que há.