Se fosse pra voar, eu voaria.
Se fosse para saltar, eu saltaria.
Se fosse para amar, eu amaria.
Se fosse para esquecer, eu partiria.
E partindo, mais uma vez, seguiria.
Abriria meus braços novamente às aventuras do mundo.
Enfiaria-me até os cotovelos nisso a que chamam de "inesperado".
Se... nada é eterno...
que se-já!
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