Não quero o palco, nem a pompa e a serpentina.
Quero o caminhar lento, o dia leve e
alguma surpresa repentina.
Quero a vida sem roteiros, sem cartas marcadas.
Quero criar algum próprio enredo
sempre inesperado,
improvisado,
o futuro de um presente inusitado.
Quero o caminhar lento, o dia leve e
alguma surpresa repentina.
Quero a vida sem roteiros, sem cartas marcadas.
Quero criar algum próprio enredo
sempre inesperado,
improvisado,
o futuro de um presente inusitado.
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