Há noites nas quais o mar do Moçamba canta.
Nessas noites, normalmente o céu está estrelado e a brisa é suave.
Nessas noites, outros sentidos se aguçam: os sentidos mais sentidos, os sentidos mais "sem tidos"...
Nessas noites seu canto é claro, forte e presente.
É som de rumor e vida.
Som de vibração.
Nessas noites, Iemanjá vem velar meu sono e Iansã se ocupa de meus pensamentos,
e os sopra, para o horizonte sem fim desse mar, Moçamba...
Meu amor, minha paixão, minha ilusão.
Bons sonhos, sonhos meus, que amanhã ao alvorecer de um novo dia, o azul de teu mar há de fazer despertar, mais uma vez em mim a luz, de novos planos, novo céu, novas cores, novos rumos, novos amores.
Nessas noites, normalmente o céu está estrelado e a brisa é suave.
Nessas noites, outros sentidos se aguçam: os sentidos mais sentidos, os sentidos mais "sem tidos"...
Nessas noites seu canto é claro, forte e presente.
É som de rumor e vida.
Som de vibração.
Nessas noites, Iemanjá vem velar meu sono e Iansã se ocupa de meus pensamentos,
e os sopra, para o horizonte sem fim desse mar, Moçamba...
Meu amor, minha paixão, minha ilusão.
Bons sonhos, sonhos meus, que amanhã ao alvorecer de um novo dia, o azul de teu mar há de fazer despertar, mais uma vez em mim a luz, de novos planos, novo céu, novas cores, novos rumos, novos amores.

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