A roda girou, girou e eu não estava mais lá, quando ela parou.
E agora Maria?
O dia anoiteceu e a aurora adormeceu.
A noite não veio, o dia depois de amanhã também não veio.
Veio o feio, mas o feio não fez falta, nem causou impacto,
mas como não havia mais nada lá, acabou por ser notado e,
de nota em nota, detonou-se no espaço.
Deixando no canto escuro e vazio do silêncio, um perdido raio, um pedido de luar.

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