Era era uma vez um momento.
O instante inesperado em que tudo se torna possível
e viável.
Aquele segundo mágico em que o chão se abre sob seus pés e
o horizonte se expande em seu olhar.
O momento em que, de tudo, somos capazes.
O brilho, o esplendor, a luz, o calor.
Dos lábios teus, o sabor.
Do corpo teu, o ardor.
Era uma vez, um momento,
que em algum presente se passou e
como um sopro sob um céu de nuvens
esvaneceu e se desfez, como um encanto
que no breve espaço de um suspiro
infla e se desfaz.
O espaço repleto que no vazio das horas e dos dias partidos
se perde e como lembrança do acaso
marcas de um antigo compasso,
torna e retorna como passado
e por um breve momento
novo presente se faz.
O instante inesperado em que tudo se torna possível
e viável.
Aquele segundo mágico em que o chão se abre sob seus pés e
o horizonte se expande em seu olhar.
O momento em que, de tudo, somos capazes.
O brilho, o esplendor, a luz, o calor.
Dos lábios teus, o sabor.
Do corpo teu, o ardor.
Era uma vez, um momento,
que em algum presente se passou e
como um sopro sob um céu de nuvens
esvaneceu e se desfez, como um encanto
que no breve espaço de um suspiro
infla e se desfaz.
O espaço repleto que no vazio das horas e dos dias partidos
se perde e como lembrança do acaso
marcas de um antigo compasso,
torna e retorna como passado
e por um breve momento
novo presente se faz.
Comentários