Estou em processo de nascimento.
Parto.
Para que um novo eu nasça.
Sem fórceps ou cesáreas, dessa vez, quero que seja natural.
Já posso sentir as contrações, as distenções, o canto escuro e a luz ainda obscura ao fim desse túnel.
O que virá?
Não faço a menor ideia!
Verdade única é a de que nascer não basta!
É preciso recriar, reciclar e refazer.
E, para onde tudo isso nos levará?
Não faz a menor diferença, pois a pior diferença sempre será a indiferença!
Só sei de uma coisa: volta?
Não há!
Parto.
Para que um novo eu nasça.
Sem fórceps ou cesáreas, dessa vez, quero que seja natural.
Já posso sentir as contrações, as distenções, o canto escuro e a luz ainda obscura ao fim desse túnel.
O que virá?
Não faço a menor ideia!
Verdade única é a de que nascer não basta!
É preciso recriar, reciclar e refazer.
E, para onde tudo isso nos levará?
Não faz a menor diferença, pois a pior diferença sempre será a indiferença!
Só sei de uma coisa: volta?
Não há!
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