Palavras...
Por onde andarão minhas palavras?
Abandonaram-me: o tempo, as letras, as frases...
Silêncio!
Por onde andarão meus sons e suas combinações?
O que houve com tudo o mais que se foi?
Olá! O que aconteceu?
Você me ouve?
Você me vê?
O que houve, há você?
Abro a boca e nada há.
A não ser o hálito morno e úmido da doação de meu corpo a este mundo.
E enfim, nada mais!
Silêncio.
Perderam-se as palavras e sua serventia.
Silêncio.
Resta apenas esse resto,
de ventania.
Enfim, epifania!

Por onde andarão minhas palavras?
Abandonaram-me: o tempo, as letras, as frases...
Silêncio!
Por onde andarão meus sons e suas combinações?
O que houve com tudo o mais que se foi?
Olá! O que aconteceu?
Você me ouve?
Você me vê?
O que houve, há você?
Abro a boca e nada há.
A não ser o hálito morno e úmido da doação de meu corpo a este mundo.
E enfim, nada mais!
Silêncio.
Perderam-se as palavras e sua serventia.
Silêncio.
Resta apenas esse resto,
de ventania.
Enfim, epifania!

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