Entre um gole e outro, vertido do copo de uísque com gelo que Valquíria segura e ergue com alternância de mãos, o tempo passa, e passa então a passar mais devagar. Num instante seu olhar se alonga e parece levar seu corpo para outro lugar qualquer, distante e desconhecido dali. Ela então arqueia a sombrancelha esquerda e se questiona: "Mas afinal, pra quê tudo isso?"
Nada mais há, a não ser, o que há.
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