O mundo,
esse dos homens,
me cansa!
Correrias, decisões...
um tempo que parece sempre,
perdido!
Prefiro parar.
E assistir ao tempo do tempo.
O tempo das nuvens que passam,
do sol que desfila durante a luz de cada dia
ou se encobre e de todos se esconde,
num retiro nublado para apreciar o que o cinza
do olhar tem a lhe dizer.
Prefiro o vento que sopra
e me surpreende a pele,
e os ouvidos.
Os diferentes tipos de verde
e o silêncio que me fala, (ou me cala?) (a)o coração.
O mundo criado pelos homens me cansa.
Não é um mundo que dá espaço à vida,
antes,
afasta-se dela
e ainda faz crer
que em algum lugar,
podemos sim, encontrar algo
a que possamos chamar:
Felicidade.
esse dos homens,
me cansa!
Correrias, decisões...
um tempo que parece sempre,
perdido!
Prefiro parar.
E assistir ao tempo do tempo.
O tempo das nuvens que passam,
do sol que desfila durante a luz de cada dia
ou se encobre e de todos se esconde,
num retiro nublado para apreciar o que o cinza
do olhar tem a lhe dizer.
Prefiro o vento que sopra
e me surpreende a pele,
e os ouvidos.
Os diferentes tipos de verde
e o silêncio que me fala, (ou me cala?) (a)o coração.
O mundo criado pelos homens me cansa.
Não é um mundo que dá espaço à vida,
antes,
afasta-se dela
e ainda faz crer
que em algum lugar,
podemos sim, encontrar algo
a que possamos chamar:
Felicidade.
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