E eis que de repente, em meio a uma tarde chuvosa e meio lúgubre, Anita olha pela janela lateral e percebe que há um laço desfeito em seu peito e, laço desfeito deixa buraco. Estranho foi, que assim tão estranhamente como sentiu isso, sentiu também vontade de devorar o mundo. Aquela vontade adolescente de acreditar ser, de tudo, capaz! E Anita realmente acreditou. Ainda olhando pela janela ela confessa para o reflexo de si mesma: Pronto, já não temo a novidade!
Nada mais há, a não ser, o que há.
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