Tenho um dedo que indica, em uma mão que aperta.Tenho um pé que sente a chegada do chão, em pernas que me levam além.Tenho olhos que me visitam imagens e algo mais desconhecido que me guia.Tenho um coração que ainda bate, em um peito (talvez) ainda aberto.
Nada mais há, a não ser, o que há.
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