Sob o relento, com os seios ao vento
Pouso o olhar no horizonte, e ouço
O canto das sereias no farfalhar do mar
Conversam faceiras sobre homens e naufrágios
E entoam novos risos
Sob o céu velado de luz
Luz de lua inibida, atrás das nuvens escondida
Foge do canto, corre do feitiço
Do desejo que arde nesse peito
De sucumbir e reluzir ao mar
De navegar ao léu
De seguir palavras
Escrever no teu céu.
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