Esses dias vi uma foto, ou montagem, não sei, do globo terrestre suspenso, no nada, no vazio e na imensidão da galáxia, só, mas rodeado de mistério.
Por um ligeiro instante, imaginei quantos planetas nos rodeiam, quantas galáxias fazem parte desse universo imenso e misterioso no qual mergulhamos na nossa breve aventura do viver.
Que maluquice!
Uma grande bola azul que, se comparada com todas as outras coisas que já descobrimos existirem no universo, é muito, muito pequena. Imagine, só por um momento, a sua existência dentro dessa imensidão.
Inquietante não?
Quantas vezes na vida paramos para prestar atenção às coisas que nos são mais inquietantes?
Qual o propósito da vida?
O que acontece quando morremos?
Do que é feito o universo?
Onde ele começa, onde ele acaba?
Estamos “dentro” do que afinal de contas?
Enfim...há tanto mistério na nossa existência, tantas perguntas ainda sem resposta que uma vida apenas é pouco, muito pouco.
Por um ligeiro instante, imaginei quantos planetas nos rodeiam, quantas galáxias fazem parte desse universo imenso e misterioso no qual mergulhamos na nossa breve aventura do viver.
Que maluquice!
Uma grande bola azul que, se comparada com todas as outras coisas que já descobrimos existirem no universo, é muito, muito pequena. Imagine, só por um momento, a sua existência dentro dessa imensidão.
Inquietante não?
Quantas vezes na vida paramos para prestar atenção às coisas que nos são mais inquietantes?
Qual o propósito da vida?
O que acontece quando morremos?
Do que é feito o universo?
Onde ele começa, onde ele acaba?
Estamos “dentro” do que afinal de contas?
Enfim...há tanto mistério na nossa existência, tantas perguntas ainda sem resposta que uma vida apenas é pouco, muito pouco.
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