E, assim me despeço dessa etapa.
Com a mesma primeira poesia aqui publicada em meados de 2009.
A vida, e seus ciclos, infalíveis, certeiros, reais!
Até, a Próxima Vez!

É,
É casco quebrado
É pedra caída
É meio de lado
Sem peso ou medida
É caso pensado, prensado, arranhado.
Sem eira nem beira,
É coisa perdida.
É nó desatado
Laço desfeito
Cadeira vazia.
É ir, querendo ficar
E ficar, sem nada alcançar
É queixa e ardor
É silêncio sofredor
É ponto e vírgula, reticências e exclamação.
É algo de novo, e um pouco de velho
Algo sentido, ferido, carregado de emoção, e ponto final.
Com a mesma primeira poesia aqui publicada em meados de 2009.
A vida, e seus ciclos, infalíveis, certeiros, reais!
Até, a Próxima Vez!
É,
É casco quebrado
É pedra caída
É meio de lado
Sem peso ou medida
É caso pensado, prensado, arranhado.
Sem eira nem beira,
É coisa perdida.
É nó desatado
Laço desfeito
Cadeira vazia.
É ir, querendo ficar
E ficar, sem nada alcançar
É queixa e ardor
É silêncio sofredor
É ponto e vírgula, reticências e exclamação.
É algo de novo, e um pouco de velho
Algo sentido, ferido, carregado de emoção, e ponto final.
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