O tempo!
Ah, o tempo...
Como vivemos esse estranho que a todo momento se presentifica em nós e nos dá a noção de continuidade
Alonga nossos pensamentos e edifica a concretude da própria existência...
O tempo não é algo que vem de algum lugar em direção a outro.
Não é um vento que passa por nós e vai encontrar outros, ser o futuro de outrem.
Pois, se o vento mudar de direção, para que lado será o futuro? No passado?
Nossa existência é um raro momento no espaço do tempo.
Um ponto imperceptível na estrutura do universo mas, estar aí, é o único ponto ao qual podemos, de alguma forma nos agarrar.
E, é nesse ponto que, enfim, podemos algo.
Voltar atrás? Pois, se só sei seguir adiante!
Como o curso de um rio, brotamos, derretemos, seguimos o curso.
Pedras, lama, gravetos, vida!
O rio que nasce já não é o mesmo quando no mar desagua.
Deixou-se transformar pelo caminho, acrescentou, deixou ficar, partiu.
Ah, o tempo...
Como vivemos esse estranho que a todo momento se presentifica em nós e nos dá a noção de continuidade
Alonga nossos pensamentos e edifica a concretude da própria existência...
O tempo não é algo que vem de algum lugar em direção a outro.
Não é um vento que passa por nós e vai encontrar outros, ser o futuro de outrem.
Pois, se o vento mudar de direção, para que lado será o futuro? No passado?
Nossa existência é um raro momento no espaço do tempo.
Um ponto imperceptível na estrutura do universo mas, estar aí, é o único ponto ao qual podemos, de alguma forma nos agarrar.
E, é nesse ponto que, enfim, podemos algo.
Voltar atrás? Pois, se só sei seguir adiante!
Como o curso de um rio, brotamos, derretemos, seguimos o curso.
Pedras, lama, gravetos, vida!
O rio que nasce já não é o mesmo quando no mar desagua.
Deixou-se transformar pelo caminho, acrescentou, deixou ficar, partiu.
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