Do amor eu nada sei
Só sei da paz que ele abriga
Da chama que acende
Do calor que mantém
Mas ainda assim, sei tão pouco...
Tão pouco da sua força ou do seu poder
Tão pouco da sua real beleza
E me rendo!
Pois o que não pode ser compreendido, compreendido está.
E então o que fica são seus encantos, suas marcas e sempre alguma raiz
A raiz do que nos mantém na busca, do que nos é aparentemente, tão familiar:
O amor.
Desse amor, tão pouco ainda sei...
Mas só sei, que sim,
Quero-o mais!
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