Pular para o conteúdo principal

O que não sei do amor...

Do amor eu nada sei

Só sei da paz que ele abriga

Da chama que acende

Do calor que mantém


Mas ainda assim, sei tão pouco...

Tão pouco da sua força ou do seu poder

Tão pouco da sua real beleza


E me rendo!

Pois o que não pode ser compreendido, compreendido está.

E então o que fica são seus encantos, suas marcas e sempre alguma raiz

A raiz do que nos mantém na busca, do que nos é aparentemente, tão familiar:

O amor.


Desse amor, tão pouco ainda sei...

Mas só sei, que sim,

Quero-o mais!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Silêncio! Todos dormem. Por favor, mantenha trancadas todas as palavras. Por alguns instantes, deixe o momento sequestar seus pensamentos. Pensamos por palavras. Portanto, feche a boca. Inspire. Ouça. Silêncio!
Diferenças entre "ele" e "ela". Parte I: Ela, achava que ele queria alcançar sua alma.  Ele, disse que queria era fisgar seu coração.